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NOVA LEI REESTRUTURA CARREIRAS DO EXECUTIVO FEDERAL

NOVA LEI REESTRUTURA CARREIRAS DO EXECUTIVO FEDERAL

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou, nesta segunda-feira (30/3), o Projeto de Lei nº 5.874/2025, que inaugura um novo ciclo de modernização da gestão de pessoas no Poder Executivo federal.

O texto reúne, em uma única proposta, os conteúdos dos PLs nº 5.893/2025, nº 6.170/2025 e nº 1/2026, consolidando mais de 20 temas relacionados à gestão de pessoas e às relações de trabalho no serviço público federal. É a maior reestruturação de carreiras do Executivo federal em um mandato.

O texto também dialoga com o papel estratégico dessas instituições para o desenvolvimento nacional. Atualmente, cerca de 90% da produção científica brasileira está vinculada a universidades e instituições públicas de pesquisa, evidenciando a centralidade dessas carreiras para a geração de conhecimento, inovação e soluções para a sociedade.

Entre os avanços, destaca-se a criação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) para os servidores técnico-administrativos em educação, que passa a integrar o Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE).

O mecanismo permite reconhecer formalmente conhecimentos e experiências adquiridos ao longo da trajetória profissional, inclusive aqueles desenvolvidos fora da formação acadêmica tradicional, considerando aspectos como experiência prática, participação em projetos institucionais, atuação em atividades de extensão e inovação, produção técnica e científica e contribuições para a melhoria da gestão institucional.

A medida estende aos técnicos administrativos um modelo já adotado no magistério federal e atende a uma demanda histórica da categoria, construída no âmbito das mesas de negociação com o governo federal.

Com isso, amplia-se a valorização de profissionais que desempenham papel essencial no funcionamento das instituições, atuando em áreas como gestão acadêmica, apoio à pesquisa, tecnologia da informação, bibliotecas, laboratórios, assistência estudantil e planejamento institucional.

Além do RSC, o projeto incorpora outras reivindicações apresentadas pelas entidades representativas, como a regulamentação da jornada de 30 horas semanais para servidores que atuam em atendimento ao público externo — incluindo estudantes e cidadãos — e a possibilidade de adoção de escala de 12 horas de trabalho por 60 horas de descanso para profissionais que atuam em hospitais universitários e na área de vigilância.

As medidas conferem maior flexibilidade à organização do trabalho e reconhecem especificidades das atividades desempenhadas na rede federal de ensino.

 
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Um balanço do primeiro mês de greve e a encruzilhada que se põe à frente da categoria

 

texto: Patrick Freitas

Passado o primeiro mês da greve nacional dos Técnico-Administrativos em Educação (TAE), é necessário fazer um balanço político do movimento, situando nossas conquistas parciais, os impasses nas negociações e, sobretudo, o cenário que se projeta para as próximas semanas. Mais do que uma avaliação conjuntural, trata-se de reafirmar um elemento histórico: nenhuma conquista da nossa categoria — e da classe trabalhadora como um todo — foi fruto de concessão espontânea. Sempre foi resultado direto do nosso nível de mobilização.

A greve que iniciamos em 2024 teve como eixo central a reestruturação da carreira e a recomposição salarial, após sete anos sem sequer reposição inflacionária, acumulando perdas que chegaram a quase 50% dos vencimentos dos TAE.

Com mais de 100 dias de greve naquele ano, conseguimos alterar a estrutura da carreira, passando a contar com dezenove níveis; reduzir o interstício das progressões de dezoito para doze meses; criar a aceleração das progressões por mérito com base na realização de cursos de capacitação, beneficiando tanto novos servidores quanto aqueles já integrantes da carreira; obter reajustes lineares de 23%; ampliar o STEP; e alterar as correlações entre os níveis, tomando o nível E como referência para os reajustes.

Todas essas conquistas foram implementadas. No entanto, diversos pontos do acordo não foram cumpridos, como o estudo de viabilidade para a redução da jornada para 30 horas, o reenquadramento dos aposentados prejudicados pela mudança do plano de carreira em 2005, a possibilidade de ingresso no PCCTAE dos servidores ainda vinculados ao plano anterior e o estudo para a unificação dos percentuais de insalubridade e periculosidade.

Além disso, permanece como principal pendência o benefício considerado por muitos o maior ganho da greve: o RSC, que reconhece a trajetória profissional do servidor e sua contribuição ao desenvolvimento institucional. Embora o prazo final para sua implementação fosse abril de 2026, é evidente que o governo não cumpriu o acordo. Por meio do MGI, houve interferência nos trabalhos técnicos realizados no âmbito da CNSC, com discordância quanto aos termos do projeto de lei e aos critérios de pontuação e concessão que deveriam constar no decreto regulamentador.

Foram excluídos do RSC aposentados, servidores em estágio probatório e doutores. Impuseram-se limites orçamentários para a concessão (restrita a 75% da categoria), criaram-se obstáculos temporais para contagem de pontos, estabeleceram-se limitações vinculadas ao cargo e outras medidas extremamente gravosas aos TAE, desvirtuando o RSC e tornando-o muito distinto do modelo aplicado à carreira docente do EBTT.

O Congresso Nacional aprovou o projeto que trata da carreira — inserido no chamado “guarda-chuva” do PL 5874/2025. Além do RSC, o texto incorpora elementos que permitem classificá-lo como uma espécie de mini reforma administrativa, como a criação de uma gratificação de desempenho (GDAE), que aponta para uma lógica de gestão alinhada a modelos privatistas, vinculando a remuneração a avaliações potencialmente subjetivas e suscetíveis a usos políticos.

Nesse sentido, o PL carrega contradições profundas: ao mesmo tempo em que apresenta avanços pontuais, incorpora mecanismos que dialogam com a lógica da reforma administrativa, baseada em controle, individualização e fragmentação da categoria.

Outro aspecto central deste primeiro mês de greve é a ausência de uma mesa específica de negociação da nossa carreira. Até o momento, o governo tem mantido o debate no âmbito geral do serviço público federal, o que dilui nossas pautas e reduz as possibilidades de avanço concreto.

Na reunião recente da Mesa Nacional de Negociação Permanente, houve alguns anúncios, como reajustes no auxílio-alimentação, no auxílio-saúde e no auxílio-creche. No entanto, não se tratou efetivamente de uma negociação, pois não houve espaço para apresentação de propostas pela bancada sindical. Medidas estruturais — como a equiparação de benefícios entre os três poderes, a criação do auxílio-nutrição (abrangendo ativos e aposentados), a transformação do auxílio-saúde em benefício direto e a instituição de data-base — não avançaram, sob o argumento recorrente de estarmos em ano eleitoral.

Os anúncios da mesa central são insuficientes diante do que está em disputa para os TAE. É urgente a abertura de negociação específica da carreira. É inadmissível que, após mais de um mês de greve, não haja sequer perspectiva concreta de negociação com a categoria.

Se há um elemento que merece destaque neste primeiro mês é a amplitude da greve. O movimento já atinge dezenas de instituições em todo o país, com adesão significativa em diferentes regiões. O mapa de adesão apresentado pela FASUBRA demonstra que a greve não é localizada, mas nacional, com participação de universidades e institutos federais em praticamente todas as regiões. Esse dado não é apenas quantitativo — ele expressa uma insatisfação generalizada e uma categoria disposta a lutar.

A greve dos TAE não ocorre no vazio. Ela se insere em um cenário mais amplo, marcado por:

Pressão fiscal e limites orçamentários;
Um governo baseado em ampla coalizão e conciliação de classes;
Forte influência do Congresso sobre o orçamento;
Disputa permanente entre interesses do capital e demandas sociais.

Nesse contexto, duas pautas centrais da nossa greve — o RSC e a jornada de 30 horas — revelam o núcleo dessa disputa.

O RSC, ao ser restringido, transforma reconhecimento em competição interna. Já a luta pelas 30 horas enfrenta resistência porque questiona diretamente a lógica de intensificação do trabalho no serviço público. Reduzir a jornada sem redução salarial significa afirmar que a qualidade do serviço público depende de condições dignas de trabalho — e não da exploração crescente dos trabalhadores.

A resistência do governo nesse ponto não é apenas técnica ou orçamentária. Ela é essencialmente política: trata-se de uma disputa sobre o modelo de gestão do Estado. De um lado, uma lógica que busca ampliar produtividade com redução de direitos; de outro, a defesa de um serviço público com trabalhadores valorizados, saudáveis e com condições adequadas de trabalho.

Ao mesmo tempo, esse cenário revela algo fundamental: sem pressão organizada, tende a prevalecer a lógica da contenção de gastos e da flexibilização de direitos.

A sanção do projeto de lei será apenas uma etapa. O conteúdo real do RSC será definido na regulamentação, por meio de decreto. Esse é um ponto de grande preocupação, pois a ausência de transparência indica que aspectos centrais ainda estão em disputa. A luta, portanto, não se encerra com a sanção do PL — ela apenas entra em uma nova fase.

Se há uma conclusão possível após um mês de greve, é que seguimos diante de uma disputa aberta. Não há vitória garantida, mas também não há derrota inevitável. A história da nossa categoria demonstra que foi com greve que conquistamos nossa carreira, foi com mobilização que avançamos em direitos e foi com unidade que resistimos aos ataques. E será com mobilização que conquistaremos as 30 horas e um RSC justo para todos.

A greve não é um fim em si mesma. Ela é um instrumento político — e, neste momento, o principal instrumento que temos para disputar os rumos da nossa carreira e do serviço público.

Mais do que reivindicações corporativas, está em jogo o modelo de Estado que queremos: um Estado que valorize seus trabalhadores e garanta direitos, ou um Estado subordinado à lógica do mercado.

O primeiro mês de greve mostrou que temos força. O que definirá o resultado é o que faremos com essa força nas próximas semanas. É provável que o que foi construído até aqui ainda não seja suficiente. Por isso, é hora de intensificar a mobilização: rediscutir as atividades consideradas essenciais, ampliar a participação em atos públicos, fortalecer ações de visibilidade, dialogar com os colegas para ampliar a adesão, participar massivamente das assembleias — preferencialmente de forma presencial.

Fazer greve não é apenas cruzar os braços. É, sobretudo, tornar visível à sociedade a importância do nosso trabalho. Sem isso, corremos o risco de sermos vencidos pelo cansaço, pelo isolamento e pela fragmentação crescente da classe trabalhadora.

 
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16/03- Dia de mobilizar a comunidade acadêmica

Mobilização junto à comunidade acadêmica

Como parte das atividades da greve, os técnico-administrativos em educação realizaram ações de mobilização e diálogo com a comunidade acadêmica da FURG. A iniciativa teve como objetivo apresentar as pautas da categoria e conscientizar estudantes, docentes e TAEs sobre a importância da valorização da Universidade.

Durante a atividade, foram distribuídos materiais informativos e realizadas conversas com a comunidade, explicando os motivos da paralisação e destacando que a luta da categoria também está diretamente ligada à defesa da universidade pública, gratuita e de qualidade. 

 
 
 
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Assembleia da APTAFURG debate greve, plano de saúde e impactos de projeto de lei para os TAEs

A Assembleia da APTAFURG realizada ontem, 12 de março, reuniu a categoria para apresentar informes sobre a greve e atualizar os servidores técnico-administrativos sobre propostas que impactam diretamente a carreira.   

Entre os principais pontos da reunião estiveram os informes do Comando Local de Greve (CLG), as discussões sobre o Plano de Saúde, atualizações sobre a mesa de negociação com o governo e os impactos do Projeto de Lei nº 5.874/2025 para os técnicos administrativos em educação.   

Sobre a pauta local foram repassadas informações sobre a reunião do CONSUN que tratou da liberação de servidores para ações de desenvolvimento, como graduação, especialização, mestrado, doutorado ou capacitação.  

Durante a assembleia, foi apresentada ainda a proposta de plano de saúde coletivo, que prevê adesão mínima de 100 beneficiários e que inclui coparticipação, com valores fixos para consultas, atendimentos de urgência e internações, além de percentual sobre exames e terapias com limite máximo de cobrança. O plano poderá atender servidores ativos, aposentados, pensionistas e seus dependentes.  Em breve será realizada uma assembleia para apresentação formal do plano e assim trazer informações detalhadas sobre os planos ofertados. 

Outro tema central foi o PL 5.874/2025, que prevê a criação de novos cargos na educação federal, incluindo vagas para professores, técnicos e analistas em educação, além da criação da carreira de Analista Técnico do Poder Executivo Federal. O projeto também trata do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) para os servidores do PCCTAE, mecanismo que permitirá a valorização da trajetória profissional por meio da comprovação de atividades institucionais, produção de conhecimento e participação em projetos e comissões.   

Por fim, foram discutidas questões relacionadas à jornada de trabalho, especialmente a pauta histórica das 30 horas para todos, em contraposição ao modelo atual de flexibilização da carga horária baseado em critérios como atendimento ao público, continuidade dos serviços e manutenção da produtividade.   

O Comando Local de Greve da APTAFURG reforçou a importância da participação da categoria nos espaços de mobilização e debate, especialmente no contexto da greve e das negociações em curso que envolvem a carreira dos técnico-administrativos em educação. 

 
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Comando Nacional da greve começa atividades de organização da greve em nível nacional

A FASUBRA Sindical informa que as comissões do Comando Nacional de Greve (CNG) iniciaram oficialmente seus trabalhos na manhã da última terça-feira (3), marcando mais uma etapa da organização do movimento paredista dos Técnico-Administrativos em Educação (TAEs).
As primeiras comissões a entrarem em funcionamento foram as de Comunicação, Infraestrutura e Secretaria, consideradas estratégicas para garantir o pleno funcionamento das atividades do comando durante o período de mobilização.
A Comissão de Comunicação será responsável pela produção e divulgação de informes, notas oficiais e conteúdos voltados à categoria e à sociedade, assegurando transparência e atualização permanente sobre os desdobramentos da greve. Já a Comissão de Infraestrutura atuará na organização logística e nas condições necessárias para o funcionamento do comando, enquanto a Comissão de Secretaria ficará encarregada dos registros, sistematização de informações e apoio administrativo às atividades deliberativas.
A instalação das comissões reforça o compromisso da FASUBRA Sindical com a organização democrática e estruturada do movimento, garantindo que as decisões e encaminhamentos do Comando Nacional de Greve ocorram de forma planejada e articulada.
Novas informações sobre o andamento dos trabalhos e as próximas deliberações serão divulgadas nos canais oficiais da entidade.

Fonte: FASUBRA

 
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Atenção: Assembleia de greve dia 5/03

O Ponto principal da assembleia será a discussão de assuntos sobre pauta local, informes sobre a reunião da FASUBRA com o MEC que acontecerá dia 04/03/

A assembleia acontece no próximo dia 05/03 , 8h30min da manhã.

 
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FASUBRA se reúne com MEC após deflagração de greve e cobra cumprimento de acordos 

Ontem, 25 de março, a Direção Nacional da FASUBRA (DN) reuniu-se com o Secretário-Executivo do MEC, Leonardo Barchini, e equipe técnica para exigir o cumprimento de pontos pendentes após a deflagração da greve da categoria. 

A Federação apresentou prioridades: implantação da jornada de 30 horas, reposicionamento de aposentados e pensionistas, reabertura de prazo para adesão ao PCCTAE, revisão do Decreto nº 9.991/2019 e atualização e racionalização das atribuições e cargos do PCCTAE. Participaram pela FASUBRA Cristina del Papa (coordenadora-geral), Marcelo Rosa e Flávio Sereno (coordenadores), José Almiram Rodrigues e André Nascimento (coordenador LGBT). 

No debate sobre a jornada de 30 horas, a FASUBRA contestou alteração no projeto que restringe o benefício ao atendimento ao público externo, alegando prejuízo a servidores em instituições onde as 30 horas são para todos. O MEC marcou nova reunião específica para próxima quarta-feira, às 14h, para apresentar proposta de normatização às IFE. 

Sobre o reposicionamento de aposentados e pensionistas, a Federação afirmou que o Ministério da Gestão e Inovações (MGI) negou a medida sem apresentar estudos. O MEC disse que buscará informações junto ao MGI e não descartou alocação orçamentária, considerando estimativa de R$50 milhões/ano para a solução. 

A FASUBRA também cobrou reabertura de prazo para adesão ao PCCTAE, citando impacto financeiro estimado entre R$15 milhões e R$20 milhões/ano e comparando-o a reaberturas já previstas em projeto no Senado. O MEC comprometeu-se a avaliar com o MGI a viabilidade orçamentária. 

Quanto ao Decreto nº 9.991/2019, a Federação criticou proposta que transfere capacitação das IFE para a ENAP e pediu defesa da autonomia e do orçamento das instituições. O MEC afirmou que defenderá junto ao MGI a permanência das IFE na oferta de formação dos seus servidores. 

Sobre a atualização de atribuições e a racionalização de cargos do PCCTAE, o MEC informou que a publicação do decreto depende de posicionamento do MGI. A FASUBRA pediu que, após aprovação do PRLP 01/2026 (antigo PL 6170/2025) no Senado, a CNSC-MEC seja convocada para elaborar a minuta de decreto necessária à abertura de concursos para novos cargos. 

A DN denunciou dificuldades de diálogo com o MGI e pediu que o MEC pressione pela reabertura das negociações. O Secretário-Executivo reafirmou a importância do diálogo e prometeu um realinhamento interno para dar seguimento às demandas nas Mesas Setoriais. 

Fonte: Fasubra.

 

 
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APTAFURG realiza assembleia de greve para debater Fundo de Greve

📢 ATENÇÃO, SERVIDORES E SERVIDORAS DA FURG! 📢

Aconteceu hoje, 26 de fevereiro, mais uma assembleia de greve da categoria dos técnicos e técnicas administrativas da FURG e IFRS. Entre os principais pontos discutidos na assembleia de hoje, 26/02, temos os informes  das últimas reuniões com o MEC, Reitoria e Hospital Universitário. Além disso, saiba mais sobre a aprovação do Fundo de Greve e como proceder caso deseje manifestar oposição ao desconto.

Alguns pontos:

•⁠ ⁠Negociações Nacionais: Informes sobre a reunião da CNSC com o MEC a respeito da evolução do decreto que regulamenta o RSC, com adaptações ao texto conforme o PL em tramitação no Congresso.
•⁠ ⁠Pauta de Greve: A FASUBRA se reuniu com a SESU/MEC para apresentar a pauta de greve e solicitar a abertura de uma mesa de negociação.
•⁠ ⁠Diálogo com a Reitoria e HU: O comando de greve iniciará reuniões com a Reitoria da FURG e com a direção do Hospital Universitário para tratar das demandas locais.
•⁠ ⁠Fundo de Greve: Foi aprovada pela categoria a criação de um fundo de greve para custear as despesas do movimento. O desconto será aplicado a todos os servidores .
Orientações do Comando de Greve sobre o tema serão publicadas na sequência.