Acontece no próximo dia 31 de outubro, 15 horas, na Câmara dos Vereadores de Rio Grande audiência pública sobre a Reforma Administrativa, proposta pela APTAFURG.
O objetivo da audiência é promover o debate sobre o assunto e mostrar pra comunidade riograndina os impactos que a Reforma irá trazer para toda comunidade, como o acesso aos serviços públicos.
A participação de TODA COMUNIDADE RIOGRANDINA é fundamental!
Na próxima semana, a Coordenação de Formação Continuada da PROGEP, dá início às atividades do PROJETO ARTE E MOVIMENTO – Celebrando o dia do servidor público.
Ainda tem algumas vagas disponíveis! Vem participar!! 😊😊 As inscrições são realizadas através do site da progep: https://progep.furg.br/bin/curso/
ARTE E MOVIMENTO: OFICINA DE DANÇA CRIATIVA
A oficina de dança criativa tem o objetivo de construir movimentos livres orientados para a exploração do corpo e do espaço incentivando a expressividade dos participantes com liberdade de movimentação.
Além disso é um momento de se reunir com colegas e aproveitar o espaço de encontro e essa experiência cheia de inspiração, leveza e bem-estar.
Ministrante: Leila Cristiane Finoqueto
Data: 21/10/2025
Horário: 15:00h às 17:00h
Local: Sala de danças no prédio da Educação Física
RTE E MOVIMENTO: OFICINA DEFESA PESSOAL
A Oficina de Defesa Pessoal tem como objetivo principal promover o bem-estar físico e emocional dos participantes por meio da prática de defesa pessoal.
E também busca desenvolver habilidades básicas de autoproteção, com foco em situações cotidianas; estimular a consciência corporal e a autoconfiança dos participantes; divulgar as ações do Observatório das Práticas de Lutas (OPLU) e fortalecer a integração entre universidade e comunidade interna.
Ministrantes: Equipe do Observatório das Práticas de Lutas (OPLU): Arisson Landgraf, Matheus Tavares, André Bassini, Heitor Bassini e Ricardo Almeida.
Data: 23/10/2025
Horário: 14:00h às 16:00h
Local: Sala de Lutas do Centro Esportivo – Campus Carreiros
ARTE E MOVIMENTO: OFICINA MINDFULNESS – Como ter uma mente plena
A oficina Mindfulness – Mente Plena tem o objetivo de promover o autoconhecimento e o bem-estar dos participantes por meio de práticas de atenção plena, favorecendo o equilíbrio emocional, a redução do estresse e o fortalecimento da saúde mental no ambiente de trabalho. E ainda pretende promover o aprendizado de ferramentas para alívio e controle do stress.
Ministrante: Psicóloga Leticia Leão
Data: 23/10/2025
Horário: 15:00h às 17:30h
Local: Sala de Formação da PROGEP – Campus Carreiros
A Secretaria de Ações Afirmativas, Inclusão e Diversidades – SECAID/FURG juntamente ao Coletivo de Estudantes Africanos na FURG (CEA FURG) promove o curso “África: História, Cultura e Sociedade – 1ª Edição: Moçambique” que tem por objetivo proporcionar formação sobre história e cultura de países do continente Africano, trazendo nessa primeira edição o país Moçambique. A formação será ministrada por estudantes provenientes de países do continente Africano (a programação completa e o nome dos palestrantes serão divulgados em breve).
O projeto tem por público alvo estudantes da graduação e pós-graduação da FURG e docentes da educação básica rio-grandina.
Os encontros ocorrerão nos dias 11/11, 18/11, 25/11 e 02/12/2025 das 09h às 11h30min no Campus Carreiros da FURG (a sala será divulgada em breve).
A formação contará com certificado de 10horas para os/as participantes que cumprirem no mínimo 75% da carga horária proposta.
🗓️ A Pesquisa do Sistema de Bibliotecas da FURG (SiB) foi prorrogada até o dia 19 de outubro! Ainda dá tempo de participar e contribuir para a melhoria dos serviços oferecidos pelas bibliotecas da Universidade.
🔍 Mesmo que você não utilize com frequência os serviços do SiB, a sua opinião é fundamental. Seu ponto de vista pode apontar caminhos para tornar as bibliotecas mais acessíveis, atrativas e funcionais para toda a comunidade acadêmica.
🎯 A pesquisa é direcionada a todos os públicos da FURG, incluindo técnicos administrativos em educação, docentes e estudantes. Queremos ouvir você, entender suas necessidades e continuar aprimorando nossos espaços, serviços e atendimentos.
📩 OLHA O TEU E-MAIL cadastrado no sistemas FURG, você recebeu um link individual para acessar a pesquisa.
💬 A comunidade universitária pode participar até 19/10. Sua voz, nossas bibliotecas mais fortes!
Atenção TAE da FURG e do IFRS
Ocorrerá em Brasília um grande ato de todo funcionalismo público contra a Reforma Administrativa. Diversas entidades sindicais convocam os servidores para participar da MARCHA CONTRA A REFORMA ADMINISTRATIVA, que ocorrerá no dia 29 de outubro.
Em razão disso a CUT/RS disponibilizará 01 ônibus com 44 (quarenta e quatro lugares) para levar todos(as) aqueles(as) interessados(as) em participar do ato.
A saída será dia 27 de outubro de 2025, às 16h (local de saída a confirmar) e retornará, imediatamente, ao final da atividade, devendo chegar em POA no dia 31/10/25.
Salientamos que o ônibus levará servidores de todo estado do RS (federais, estaduais e municipais, dos poderes executivo, legislativo e judiciário) e, portanto, restam poucas vagas.
O preenchimento se dará por ordem de manifestação de interesse e conforme o número de vagas ainda disponível, limitadas ao número de 03 (três) com o oferecimento de ajuda de custo para o deslocamento pelo Sindicato.
Interessados devem entrar em contato com a Secretaria da APTAFURG pelo e-mail aptafurg@aptafurg.org.br
A categoria dos técnicos e técnicas da FURG e IFRS irão paralisar as atividades no dia 22 de outubro, como forma de mobilização e posicionamento diante dos impactos da proposta de Reforma Administrativa.
Comissão Nacional de Supervisão da Carreira retoma atividades e elege nova coordenação
Após quatro meses de intervalo, a Comissão Nacional de Supervisão da Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (CNSC/MEC) realizou uma reunião crucial na última quinta-feira, 9 de outubro. O encontro, convocado pelo Coordenador Adjunto Marcelo Rosa, tratou de temas centrais para a categoria, com destaque para a polêmica resposta do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) sobre o GT Cargos.
Um dos primeiros atos foi a eleição da nova coordenação da Comissão, conduzida por aclamação. Foram eleitas Nilva do Carmo, representante da Secretaria Executiva do MEC, como Coordenadora, e Maria do Socorro (Nina), também da SE/MEC, como Secretária Adjunta. Durante o encontro, a FASUBRA solicitou e obteve a inclusão de novos pontos na pauta, entre eles a criação de um canal de comunicação com as Comissões Internas de Supervisão (CIS) e a discussão da Nota Técnica do MGI referente à Avaliação no Estágio Probatório e de Desempenho.
Confira os principais encaminhamentos:
Canal de Comunicação com as CIS: será criado um e-mail específico para recebimento de demandas, além da formação de um GT para análise dos procedimentos administrativos da CNSC.
Revisão do Regimento Interno: um GT foi constituído para propor atualização do regimento, com entrega prevista para a próxima reunião presencial.
Recriação dos GTs Cargos/Racionalização e Desenvolvimento: prazo de 60 dias para apresentação de resultados.
Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC): o MEC encaminhou as minutas de Projeto de Lei e Decreto; o MGI informou que o material será enviado à Casa Civil em até 15 dias, com previsão orçamentária para abril de 2026, ainda sem valor definido.
Avaliação de Desempenho: a FASUBRA solicitou reunião específica para debater a Nota Técnica do MGI, considerada pela Federação como violação ao Decreto nº 5.825/2006.
O principal ponto debatido na reunião foi a posição do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) sobre o trabalho do GT Cargos. A Diretoria de Carreiras (DECAR/SGP) do MGI enviou um e-mail com uma análise que rejeitou integralmente a proposta de regulamentação das atribuições dos cargos, aprovada pela CNSC em junho de 2025. A decisão gerou preocupação entre os representantes sindicais, que apontaram falta de compreensão, por parte do MGI, sobre o papel desempenhado pelos Técnico-Administrativos em Educação (TAEs) nas Instituições Federais de Ensino (IFEs).
Principais Alegações do MGI (DECAR/SGP):
Classificou os cargos atuais como “cargos obsoletos” e considerou ilegal a atualização de suas atribuições.
Declarou que não é atribuição dos TAEs coordenar atividades de pesquisa, extensão ou atividades administrativas (como planejamento e compras).
Entendeu que os TAEs devem se limitar a atividades burocráticas, excluindo qualquer função ligada ao ensino, pesquisa e extensão, por serem privativas dos docentes.
Rejeitou o número de especialidades propostas, sugerindo algo em torno de dez, demonstrando desconhecimento da complexidade das IFE.
Deliberações da CNSC
Diante do impasse, a CNSC deliberou por oficializar o MEC com as seguintes solicitações:
Envio Formal da Proposta: Formalizar o envio ao MGI da proposta de decreto sobre os cargos, conforme elaborado pelo GT Cargos e seus anexos.
Transparência: Envio do e-mail de resposta da DECAR/SGP/MGI com a análise da proposta a todos os membros da CNSC.
Reativação do Debate: Reativação do GT – Cargos para analisar a resposta do MGI e a proposta alternativa apresentada pelo MEC.
Suspensão de Propostas Alternativas: Que a SGA/SE/MEC aguarde o término dos trabalhos do GT – Cargos antes de enviar qualquer outra proposta de regulamentação das atribuições.
A FASUBRA Sindical informou ainda que possui reunião marcada com o Secretário Executivo do MEC no dia 24 de outubro, quando os temas do PCCTAE e dos pontos pendentes do acordo de greve de 2024 estarão no centro das discussões.
A ASSUFRGS reafirma seu apoio às deliberações da FASUBRA e à luta em defesa da valorização dos TAEs, do respeito à carreira e da construção de um serviço público de qualidade e com justiça para todos.
Acompanhe o resultado da consulta tae’s lotados em unidades acadêmicas para comissão de revisão do estatuto da FURG.
As chapa eleitas foram a chapa numero 3 composta pelos técnicos – administrativos em educação Leandro Saggiono e Celso Pedreira, que obtive 22 votos, seguidos pela número 2, composta pela TAE Anarjara Martins e Everson Flores, com 20.
A chapa 1 composta por Felipe Rodrigues e Raquel Ortiz, obteve 18 votos.
A participação desse segmento está prevista na Resolução CONSUN/FURG nº 60, de 29 de agosto de 2025, art. 4º, inciso V, que estabelece a participação de 2 (dois) técnico-administrativos em educação, lotados em unidades acadêmicas, indicados por intermédio de consulta no segmento conduzida pela Secretaria dos Conselhos. Ressalta-se, que, conforme o §1º do mesmo artigo, cada membro titular deverá ter um suplente.
A APTAFURG Sindicato vem, por meio desta nota, manifestar seu mais veemente REPÚDIO ao caso de racismo estrutural recentemente identificado e denunciado pelo GT Negros e Negras do ASUFPEL-Sindicato, na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL).
O ocorrido com a servidora negra, que ingressou no quadro dos Técnicos-Administrativos em Educação através de acesso afirmativo (cotas raciais), e reprovada em seu Estágio Probatório, mesmo com um histórico de inclui excelentes notas nas avaliações iniciais (96,87% na janela global do probatório e de 91,66% no período da última etap0) recebeu um parecer final desfavorável sem que tenha sido realizada a entrevista prévia exigida por normativa institucional, fato que constitui flagrante irregularidade.
O parecer final desfavorável, emitido após um único conceito “inadequado” em 32 meses de avaliação em período subsequente ao exercício de direitos legais decorrentes de acidente de trabalho e de doença em família e a manutenção do mesmo pela Universidade, mesmo após a Comissão Interna de Supervisão da Carreira (CIS) alertar para as inconsistências e recomendar a reapreciação do parecer, consiste em um claro caso do racismo estrutural que permeia as instituições, reproduzindo lógicas de exclusão, violência simbólica e discriminação que afetam cotidianamente a vida de estudantes, professores e servidores técnico-administrativos negros, indígenas e quilombolas.
Esse episódio evidencia o abismo que ainda existe entre a retórica da inclusão e a realidade vivenciada por grupos historicamente marginalizados no ambiente universitário. A falácia da “democracia racial” não pode mais ocultar as barreiras institucionais, os preconceitos velados e as agressões diretas que impedem o pleno acesso e a permanência digna dessas populações na universidade pública.
É inaceitável que, no século XXI, uma instituição federal de ensino, mantida com recursos públicos e, portanto, com o dever de ser um exemplo de equidade e justiça social, seja palco de práticas excludentes. A universidade não pode ser um espelho da sociedade excludente, mas sim um motor de sua transformação.
Diante disso, EXIGIMOS:
Exigimos a imediata ANULAÇÃO da avaliação desfavorável e a consequente HOMOLOGAÇÃO da aprovação da servidora. A UFPEL deve corrigir esta falha histórica e garantir que o serviço público seja um pilar de direitos, não um aparato da branquitude.
Que a Reitoria da UFPEL instaure, de forma imediata, transparente e rigorosa, uma sindicância para apurar todas as responsabilidades pelo ocorrido, com amplo direito à defesa das partes envolvidas.
Que, confirmadas as irregularidades e responsabilidades, as penalidades previstas em lei e no regimento interno da universidade sejam aplicadas com a devida severidade.
A instituição de programas obrigatórios de formação e capacitação em relações étnico-raciais para todos os segmentos da universidade (docentes, discentes e técnico-administrativos), combatendo a ignorância e o preconceito.
Na tarde da última sexta-feira (03), foi confirmada uma vitória importante, ainda que parcial: a UFPel decidiu anular a avaliação de desempenho que havia penalizado injustamente uma servidora negra, sem que ela tivesse sequer o direito de ser ouvida, em desacordo com a própria normativa institucional. O caso ilustra situações que podem se tornar ainda mais frequentes e graves se a reforma administrativa em tramitação no Congresso Nacional for aprovada, pauta central da luta sindical hoje.
Esse recuo da instituição representa o reconhecimento de um grave erro, mas também, é resultado direto da busca por soluções organizada por movimentos sociais, coletivos antirracistas, entidades sindicais e comunitárias que não aceitaram o silenciamento e a injustiça. A decisão expõe, por outro lado, a necessidade urgente de revisão profunda dos critérios e mecanismos institucionais que seguem punindo, seletivamente, trabalhadores negros e negras.